muito bom o blog! é bom encontrar posts sobre música! Parabéns…
mas eu gostaria de fazer uma correção…
quando vc escreveu a escala de fá maior, houve um pequeno erro…
eis o que vc colocou:
“fá + 1 tom = sol
sol + 1 tom = lá
lá + 1/2 tom = si bemol
lá sustenido + 1 TOM = dó
dó + 1 TOM = ré
ré + 1 TOM = mi
mi + 1 TOM = fá sustenido
fá sustenido + 1/2 tom = fá”
ao invés de seguir a regra “TOM-TOM-1/2TOM-TOM-TOM-TOM-1/2TOM”
vc subiu um tom a mais antes do último meio tom… e ainda por cima, quando subiu o ultimo meio tom, acabou descendo meio tom…
opa !!! blz!!
cara adorei seu blog tri legal
tipo gostaria de saber se tem alguma preferencia em escalas ao montar um riff ? alias minha banda é de rock.
se puder me ajudar ficarei grato
abraço!!!
Em geral, a escala menor, hehe! Mas daí, como todo o mundo, no modo frígio (tipo, o Em do campo harmônico de dó). Mas, olha, usar a escala maior é bem legal, só que é difícil fazer um rock/heavy metal com ela.
Povo: desculpem a demora em responder. É que fiquei sem internet em casa e tô de férias da faculdade. Mas logo eu resolvo isso!
Jonas, não conheço que o faça, mas você pode fazer isso “na unha” – nota a nota. Basta subir ou descer as notas até o ponto certo (essa altura fica fixa) e depois jogas as armaduras certas na clave. Ou você pode não mexer na partitura e deixar a modulação por conta da tua imaginação, que também dá certo (por exemplo, tocar uma música em ré maior, imaginando que aquilo que você sabe que é um si bemol em seu instrumento seja um ré maior).
ALEssandra disse
Olá… tudo certinho?!
muito bom o blog! é bom encontrar posts sobre música! Parabéns…
mas eu gostaria de fazer uma correção…
quando vc escreveu a escala de fá maior, houve um pequeno erro…
eis o que vc colocou:
“fá + 1 tom = sol
sol + 1 tom = lá
lá + 1/2 tom = si bemol
lá sustenido + 1 TOM = dó
dó + 1 TOM = ré
ré + 1 TOM = mi
mi + 1 TOM = fá sustenido
fá sustenido + 1/2 tom = fá”
ao invés de seguir a regra “TOM-TOM-1/2TOM-TOM-TOM-TOM-1/2TOM”
vc subiu um tom a mais antes do último meio tom… e ainda por cima, quando subiu o ultimo meio tom, acabou descendo meio tom…
não sei se me fiz entender…
até breve
e mais uma vez, parabéns pelo blog!
ALEssandra…
cleberz disse
NOSSA! É verdade, hehe! Desculpe, me empolguei nessa parte. Já vou corrigir. Muito obrigado por avisar!
alison disse
cara presizo muito de umas vidios aulas
grates sera q rola d vc me ajudar
ja to procurando a um tempao e nada
ve ai pra, mim
vvaleu
Cassio disse
“fá sustenido + 1/2 tom = fá”
– voce
F#+1/2 tom = G
cleberz disse
Ei, Cassio, não consegui achar esse erro que você disse, a não ser no fim do que foi citado pela Alessandra…
Guilherme disse
Experimente cantarolar “tom tom semitom tom tom tom semitom” no ritmo da música tema do Rocky Balboa ;)
Guilherme disse
Olá,
acho que você deixou de escrever o nome de algumas funções da escala maior… eu conheço assim:
1 – tônica
2 – supertônica
3 – mediante (modal)
4 – subdominante
5 – dominante
6 – submediante
7 – sensível
Guilherme disse
Opa!!
corrigindo a 6:
6 – superdominante
Agora sim!
new disse
bem interesante
newone disse
gostei muito………………
Cléber disse
Obrigado, Guilherme. Botei os nomes lá!
Salmos disse
opa !!! blz!!
cara adorei seu blog tri legal
tipo gostaria de saber se tem alguma preferencia em escalas ao montar um riff ? alias minha banda é de rock.
se puder me ajudar ficarei grato
abraço!!!
Cléber disse
Em geral, a escala menor, hehe! Mas daí, como todo o mundo, no modo frígio (tipo, o Em do campo harmônico de dó). Mas, olha, usar a escala maior é bem legal, só que é difícil fazer um rock/heavy metal com ela.
Povo: desculpem a demora em responder. É que fiquei sem internet em casa e tô de férias da faculdade. Mas logo eu resolvo isso!
Salmos disse
valew pela dica!!!
Cléber disse
Um dia eu ainda pego as músicas da minha banda e dou uns exemplos de riffs.
JONAS disse
Olá,
Preciso saber de alguem que transpõe musicas de hinário ( no caso o adventista), para escala em sib bemol ( instrumentos afinados em si bemol )?
Cléber disse
Jonas, não conheço que o faça, mas você pode fazer isso “na unha” – nota a nota. Basta subir ou descer as notas até o ponto certo (essa altura fica fixa) e depois jogas as armaduras certas na clave. Ou você pode não mexer na partitura e deixar a modulação por conta da tua imaginação, que também dá certo (por exemplo, tocar uma música em ré maior, imaginando que aquilo que você sabe que é um si bemol em seu instrumento seja um ré maior).