Na primeira vez que eu vi essa tira, eu me parti de rir:



Na primeira vez que eu vi essa tira, eu me parti de rir:



Ah, não. Eu ligo para meus cabelos, mas não tanto… o negócio é que eu acho patéticas aquelas histórias de “cortar o cabelo na lua certa”. Dá uma olhada aí:
http://beleza.terra.com.br/homem/interna/0,,OI1118901-EI7741,00.html
Hehe, esses dias, na igreja, falamos algo a respeito dos cachorrinhos-que-pulam. Quem é que não lembra deles? Pois é, eu ainda tenho os meus. Quer dar uma olhada? Clique aqui.
Bom, achei algo que está faltando na internet: a cifra, tablaturas e partituras da música “fonte de vida”. O único exemplar que encontrei foi no site da Mackenzie, e será o ponto de partida para eu tirar essa música direito.
Pretendo botar na partitura a linha do violino, e dar as dicas de como fazer os acordes direito.
O resultado ficará aqui.
Junte a Harpa Cristã num arquivo de texto plano razoavelmente bem organizado, um cara que sabe fazer scripts shell e um Palm e, chazam! Você tem a Harpa disponível para o seu Palm.
O arquivo é para o Plucker. Basta ter o Plucker instalado e jogar esse arquivo no aparelho que os dois já se encontram.
Ah! Se alguém, um dia, achar uma versão eletrônica (qualquer que seja o tipo) do hinário “Novo Cântico”, por favor, me avisem!
Desisto de tentar achar alguma banda ou artista bacana no meio dos “adoradores”. Por causa disso, desisto, também, de escrever qualquer coisa relacionada a eles. Não vou mais coletar pérolas, não vou dizer o que gosto e o que não gosto, não vou elogiar e não vou criticar. Pra mim chega. Acho que consigo sobreviver só com Imperitelli e Hillsong United.
(Quando um vizinho besta está ouvindo sertanejão e me fazendo ouvir junto com ele).
25 de dezembro de 2007 – 01:00
A enorme massa negra cruza os céus acinzentados daquela cidade fria. A imprensa agita-se, nervosa, frenética, louca para cobrir cada passo, cada movimento daquilo. Ela passa, solene, em ritmo firme. “De onde virão eles?”. “Vêm do norte”.
Eventos inesperados agitam qualquer cidade. Ainda mais uma cidade pequena. Aquela aparição, assim repentina, surpreendeu a todos. Era óbvia a relação entre aquilo que viam e o que ouviram no dia anterior. Aqueles estrondos, ao longe, tão fortes, sem ritmo, descompassados, aleatórios e desapressados. Estrondos que deviam ser ensurdecedores para quem estivesse perto. Que seria tudo isso?
E agora, eles aparecem no céu. Um grande sinal negro que anuncia que algo aconteceu. Terá sido algum desastre? Um acidente? Catástrofe? Ou será o anúncio duma nova era de progresso para aqueles homenzinhos assustados?
Que se pode dizer? Os boatos correram apressados rumo à imaginação. Nos tempos modernos, em que muitas crianças nunca viram uma galinha (viva), que pensariam daquilo? Boatos. O pregador já anuncia: nada de bom vem do norte…
Segundos. Juntando todos, talvez formem-se alguns minutos. No início, muitas interjeições. Depois, muitos adjetivos e perguntas. E, logo, mais interjeições.
Fim da cena, cidade pequena, e o assunto era um só. “Você viu quantos morcegos? É que estão extraindo brita onde eles moravam. Tiveram que se mudar.”
Aniversário da Rubiana, possivelmente o último culto que eu assisto e última carona dada para a Évelyn esse ano… oh, puxa! Que coisa.
Se quiser ver umas fotos tiradas nesse dia, clique aqui.
Semana passada aprendi essa nobre arte de fazer panquecas. Essa foto é da segunda vez que eu fui pra cozinha com esse objetivo:

Pena que essas ficaram meio cruas. As primeiras ficaram melhores.
Objetivo de curto prazo: fazer pão.
Objetivo de longo prazo: tornar-se confeiteiro (é mais divertido e menos estressante que “administrador de rede”).
Numa passada pelo Carrefour, olha só o que eu encontrei:


Chique, não? Um bom presente pra patroa…